Grêmio faz as contas, e por necessidade econômica corta refeição no CT

O Grêmio vive situação financeira difícil com a queda para a Série B do Campeonato Brasileiro. A descida de divisão não representa apenas um problema esportivo, mas principalmente econômico. As equipes que caem perdem muito dinheiro com cota de TV.

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O valor pago aos times da Série B, inclusive dos grandes que caem, é muito menor do que na Série A. Com isso, as equipes do primeiro escalão acabam sofrendo um baque muito grande. Romildo Bolzan, presidente do Grêmio, afirmou que o clube deve perder cerca de R$ 80 milhões em receita.

Diante do problema financeiro, a diretoria tomou atitude drástica. O refeitório do clube será aberto para os jogadores e comissão técnica. Os demais funcionários não poderão mais almoçar no local. O Grêmio informou que paga vale-refeição a estes funcionários.

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O profissional que atua nos bastidores do clube pode optar por parar de receber o vale-refeição, e então terá autorização para almoçar no refeitório. Outra atitude adotada pelo clube foi a de proibir horas extras. Elas só poderão ser feitas com autorização do vice-presidente Denis Abrahão. De acordo com informações publicadas pelo ge, funcionários do clube pensam em procurar outro emprego. Estas pessoas ganham cerca de R$ 2 mil mensais.

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A austeridade financeira que afeta o clube pode ficar ainda pior se o Grêmio não conseguir o acesso para a Série A neste ano. Outros grandes que estão na Série B servem como mau exemplo. O Cruzeiro disputará a segunda divisão pelo terceiro ano seguido. O Vasco jogará a B pela segunda vez.

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