Bolzan bate o martelo, nega salário de R$ 220 mil e crava saída de atacante do Grêmio

O Grêmio está passando por momentos decisivos no Campeonato Brasileiro e já está pensando em resolver situações que podem influenciar a temporada de 2022. Como medida inicial, o clube já admitiu ter interesse em ficar com Miguel Borja definitivamente. Foram pagos R$ 6 milhões aos paulistas, salário pago e uma opção de compra que pode chegar a R$ 14,6 milhões.

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Mesmo com a garantia do atacante, dois jogadores da mesma posição devem deixar o clube em breve. O primeiro deles é Léo Pereira, uma vez que o Imortal já sinalizou que não vai pagar os R$ 500 mil para o Ituano para comprar 50% do passe dele.

O segundo é Luiz Fernando, que atualmente tem posse do Botafogo e não terá renovação. O jogador deve retornar ao time carioca para a próxima temporada. Nas últimas partidas ele não recebeu muitas oportunidades em campo e não convenceu. Ele marcou dois gols, deu duas assistências e jogou em 19 ocasiões.

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O atacante recebe R$ 220 mil por mês no Grêmio, valor considerado alto por um jogador que não tem somado tantas atuações em campo. Além desse valor, o clube teria que arcar com R$ 9,3 milhões para ficar com o atleta de maneira definitiva.

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Para se ter uma ideia, a cláusula para adquirir o passe de Miguel Borja não está muito além disso, sendo assim, não se tem chance de a direção fazer esta movimentação e manter o jogador para a próxima temporada.

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A próxima partida do Grêmio acontecerá no domingo (26), às 18h15, contra o Athletico-PR, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. O duelo acontecerá na casa do adversário e o Tricolor Gaúcho vai em busca de três pontos essenciais para a competição.

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