Automobilismo gera 1,5 milhão de empregos no mundo, diz relatório

O peso econômico direto e indireto do automobilismo chega a um milhão e meio de empregos gerados e a quase 160 bilhões de euros (R$ 980 bilhões), afirma um relatório da consultoria Ernst & Young (EY) elaborado para a Federação Internacional de Automóveis (FIA).

Primeiro deste tipo no mundo, o estudo foi pedido em 2019 nos 145 países-membros da FIA. Portanto, ele não leva em consideração as consequências da pandemia de covid-19.

Para o presidente da FIA, Jean Todt, o levantamento “é notável e mostra que nosso esporte pode contribuir, de maneira eficaz, para a recuperação da economia neste período da pandemia de covid-19”.

A indústria do automobilismo mundial gera um faturamento direto de 59,2 bilhões de euros (R$ 362,6 bilhões), disse o estudo apresentado por ocasião de uma conferência da FIA que acontece esta semana em Mônaco.

“A contribuição econômica direta da indústria mundial do automobilismo também tem efeito em outras indústrias”, explica o estudo, que acrescenta cerca de 99,4 bilhões de euros (R$ 608,5 bilhões) de forma indireta.

Um exemplo disso são os gastos dos participantes de um evento com alimentação. O estudo contabiliza, também, a geração de 576.000 empregos diretos e 924 mil indiretos.

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