Com terceiro lugar conquistado na última volta, Giaffone leva Iveco Usual Racing ao pódio em Cascavel

A equipe Iveco Usual Racing terminou a rodada dupla de Cascavel/PR no pódio. Felipe Giaffone, que havia sido quinto colocado na primeira prova deste domingo, conquistou na última volta o terceiro lugar na segunda bateria, após superar Danilo Dirani.
Djalma Pivetta fez prova de recuperação e por pouco não fechou a corrida 2 no top 10. O piloto de Laranjal Paulista largou em 17º lugar terminou na 11ª posição.
Na corrida 1, largando da sexta fila do grid, Felipe Giaffone fez uma ótima largada e saltou para o nono lugar. Djalma Pivetta que começou na 22ª posição não se envolveu em acidentes e cruzou a primeira volta conquistando uma posição.
Na segunda volta da prova o líder Leandro Totti escapou da pista na saída da curva do Bacião e provocou a entrada do safety truck. Um pouco antes do incidente, Giaffone superou Roberval Andrade e assumiu o oitavo posto da corrida.
Na quarta volta foi dada a relargada e os dois pilotos da equipe Usual Racing mantiveram suas posições.
Enquanto Valdeno Brito e Beto Monteiro se revezavam na liderança da prova, Giaffone mantinha posição, já pensando na estratégia do grid invertido da segunda corrida.
Quem vinha em ritmo forte e escalando o pelotão era Djalma Pivetta, o piloto do caminhão #21 superou três concorrentes e no nono giro da prova ocupava o 18º lugar.
Duas voltas depois, Giaffone já ocupava o sexto lugar da prova, após parada no box de dois concorrentes. O piloto do caminhão #4 seguia apostando na regularidade diante da alta temperatura na pista paranaense.
Após 16 voltas completadas Felipe Giaffone terminou em quinto lugar e Pivetta completou em décimo sétimo. O vencedor da prova foi Valdeno Brito.
Com inversão de grid dos oito primeiros colocados, Felipe Giaffone saiu da 4ª colocação enquanto Djalma Pivetta largava em 17º.
A largada da segunda corrida foi quente, com vários pilotos escapando na curva do bacião. Djalma Pivetta conquistou uma posição na largada, Giaffone escapou com as duas rodas na terra na primeira curva, mas conseguiu se recuperar e manter o quarto lugar.
Ainda na primeira volta, o piloto do caminhão #4 superou Roberval Andrade para assumir a terceira posição. Na volta seguinte Danilio Dirani forçou ultrapassagem sobre o líder José Augusto Dias, houve um toque, Dirani assumiu a liderança enquanto Giaffone conquistou a segunda colocação.
A partir deste momento os pilotos se estabilizaram em suas posições. Na sétima volta Valdeno Brito ultrapassou Felipe Giaffone, com isso o piloto da Iveco Usual Racing caiu para terceiro. Na mesma volta Djalma Pivetta conquistava o 15º lugar.
No décimo primeiro giro da prova Paulo Salustiano passou a pressionar Giaffone, mas o multicampeão nos caminhões conseguiu neutralizar as ações do quarto colocado.
Enquanto isso Djalma Pivetta continuava sua corrida de recuperação alcançava o 14º lugar, três posições a frente da largada. Três voltas depois Roberval Andrade abandonou a prova, Pivetta ganhou mais uma posição e de quebra ultrapassou Raphael Teixeira na entrada do bacião para assumir o 12º lugar.
Faltando menos de dois minutos para o fim, Giaffone que havia sido ultrapassado por Leandro Totti, tentava segurar os ataques de Salustiano pelo quarto posto da corrida.
Na última volta, Felipe Giaffone superou Danilo Dirani e segurou Salustiano, finalizando em terceiro.
Foi o melhor resultado da equipe Iveco Usual Racing no final de semana. Djalma Pivetta terminou em 11º lugar após fazer uma boa corrida de recuperação, ganhando seis posições mesmo com perda de potência no motor de sua máquina desde a primeira volta.
Com o resultado, Felipe Giaffone assume a vice-liderança da Copa 3. A data da próxima etapa da Copa Truck será definida posteriormente pela organização.

O que eles disseram:
“Na sexta-feira, o caminhão apresentou problemas mecânicos já nos treinos livres, e isso acabou comprometendo um pouco o fim de semana inteiro. A equipe trabalhou duro para recuperar e colocar o truck em condições de ir para a corrida, mas ele sofreu nas duas provas com perda de potência. E aí com isso fiz o que foi possível para terminar as provas, correr até o fim, mas sabia que não tinha plenas condições para lutar de igual para igual com os outros caminhões.”
Djalma Pivetta

“Na primeira parte da prova, a temperatura chegou a 115 graus, com pico de 118, e eu achei que fosse quebrar, mesmo tirando o pé. Vim tirando o pé. Daí na segunda, o Dirani foi embora, e a temperatura ficou baixinha, nos 110 graus, consegui dar uma acelerada, mas aí eu vacilei, esqueci de ligar a água, estava com um problema de aceleração, o caminhão estava acelerando sozinho, me desconcentrei. E aí o que acontece? Se você liga depois de quatro ou cinco voltas, e o disco está em torno de 600, 700 graus, o freio não funciona mais, então fiquei sem os freios traseiros principalmente, mas o Salustiano, que vinha atrás, teve problema também, tomei um toque, furou o pneu traseiro no fim. Mas foi muito bom ter pelo menos terminado as duas provas, é um sinal que estamos evoluindo. Temos muito a fazer, mas estou animado. Preciso chegar nas próximas para poder participar da final, vamos ver.”
Felipe Giaffone